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Cirurgia plástica reconstrutiva

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Após acidentes ou decorrentes de deformidades congênitas, milhares de pacientes hoje no Brasil aderem à cirurgia plástica reconstrutiva ou corretora. Essa especialidade, que tem origem grega “plastikos” e significa moldar ou alterar a forma, adapta princípios cirúrgicos às necessidades específicas de cada pessoa, fazendo a remodelação e a redistribuição dos tecidos da pele.

A maioria dos casos em que há a necessidade da intervenção acontece em quadros de deformidades da superfície corporal, resultantes de queimaduras, outras lesões traumáticas ou mesmo de tratamentos cirúrgicos prévios.

Recebendo mais a atenção e o estudo dos especialistas, a reconstrução facial e corporal não sofre nenhuma adaptação ou diferença com a área estética. “A cirurgia plástica é indivisível, mesmo considerando seus tópicos separados em estéticos ou reconstrutores, a finalidade é proporcionar qualidade de vida aos pacientes”, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

Para o presidente da comissão de cirurgia plástica da APM (Associação Paulista de Medicina), hoje em dia, tanto a operação estética quanto a reconstrutiva caminham juntas. A base da cirurgia dita estética veio da cirurgia reparadora, e como acontece no mundo todo, a formação do médico que realiza intervenção plástica deve conter e ter o conhecimento da especialidade como um todo.

“Existem as situações em que a cirurgia plástica estética devolve o aspecto funcional dos órgãos, como quando realizamos a reconstrução de uma mão queimada, por exemplo”, afirma.

Ele explica também que, em muitas vezes, algumas adolescentes com mamas muito desfavoráveis esteticamente realizam uma intervenção, há uma melhora muito grande de suas auto-estimas. “Essa evolução ajuda muito no convívio social. Isso pode ser chamado cirurgia estética ou reparadora?” pergunte-se o médico. “Tudo é muito relativo”, conclui.

As intervenções estéticas são predominantes principalmente pela busca da perfeição das formas, aumentando a confiança – e a saúde – dessas pessoas. A diferença maior é que nos procedimentos estéticos são os próprios pacientes quem decidem o momento que desejam se submeter a estas operações. Já as vítimas de reconstruções, em muitos casos, são obrigadas e tratam a cirurgia como uma chance de restabelecer a sua saúde integral.

Fonte: Qualicorp

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