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Confira 3 dicas para corrigir as falhas no nariz

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A Rinoplastia não é recente, muito pelo contrário. Registros apontam o surgimento na antiguidade, por volta de 2.500 a.C., no Egito e na Índia. Há relatos de um contexto bem curioso. À época, médicos indianos utilizavam a técnica em transplantes de pele e reconstruções nasais em pessoas com essa parte mutilada como forma de castigo pela prática de crimes, como o adultério. Ou, ainda, como respostas brutais dos inimigos.

Até o século XVIII, mais ou menos, a prática difundiu-se na Europa, mas sempre no intuito de reparar o dano sofrido. Eram inúmeros os combatentes em busca de solução para as marcas deixadas pelas guerras. Só depois a Rinoplastia entra para a lista de procedimentos estéticos, voltados para corrigir as falhas e imperfeições e garantir uma face harmônica.

Hoje ela conta com o avanço das descobertas e da tecnologia, que resultam num procedimento mais seguro e com resultados mais satisfatórios. As mudanças levam ao aumento da procura – e isso é possível verificar nas estatísticas. De acordo com a Internacional Society of Aesthetic Plastic Surgery, em 2013 o Brasil liderou esse tipo de operação, que competiu lado a lado com a lipoaspiração, mamoplastia e abdominoplastia.

“A cirurgia serve para dar uma nova forma. É possível aumentar ou diminuir as dimensões, reduzir as asas nasais e o dorso (conhecido como calombo na parte superior), ajustar o perfil e a ponta, que pode ser caída ou arrebitada. Indica-se também a Rinoplastia para corrigir dificuldades respiratórias. A partir dos 16 anos, quando normalmente as estruturas da região estão desenvolvidas, é possível fazer o procedimento”, explica o Dr. Rodrigo Cruvinel, cirurgião plástico.

Existem dois tipos de rinoplastia: aberta e fechada. Na aberta, o profissional faz incisões internas e separa os tecidos da base. Assim poderá remover ou acrescentar cartilagens, ossos e tecidos para remodelar o nariz. Na fechada, ele não levantará a pele. Há casos em que é necessário provocar a fratura do osso para corrigir a forma. A anestesia pode ser geral ou local, com sedação.

Separamos três dicas para quem tem interesse em realizar o procedimento.

Dica 1:

A decisão de mexer no nariz é do paciente, mas isso não significa que ele resolverá sozinho as mudanças a serem feitas. Converse abertamente com o médico sobre o que incomoda e as reais pretensões para resolver o problema. “Nem sempre o formato do rosto permite uma determinada alteração. Por isso, o profissional, durante a consulta, faz uma avaliação na qual precisa respeitar os padrões da face. Desta forma, deixe de lado as falsas expectativas e não espere milagres”, recomenda o cirurgião plástico Dr. Rodrigo Cruvinel.

Dica 2:

Não faça pouco caso do pré-operatório. A ausência de dor ou outros sintomas não significa estar pronto para enfrentar o bisturi. Infelizmente, acontece de os exames solicitados pelo médico apontarem algum problema que impeça, momentaneamente, a realização do procedimento. Entre eles: anemia, inflamações e infecções. A avaliação pré-operatória reduz riscos e contribui para desfechos positivos.

Dica 3:

Siga corretamente o pós-operatório. Em geral, a alta ocorre 24 horas após a cirurgia. Ao deixar o hospital, é preciso seguir, criteriosamente, as orientações do especialista. O resultado depende de uma boa recuperação. O paciente sai com um curativo que deve permanecer na região ao longo de sete dias. Essa medida permitirá a melhor acomodação da nova estrutura. Inchaço, edemas, obstrução das vias aéreas, pequenas dores e sangramentos são normais, no início. “No entanto, é recomendável ficar atento. Caso os sintomas persistam ou aumentem, é fundamental entrar em contato com o médico. Durante o primeiro mês, é importante evitar atividades que exijam esforço físico”, alerta o especialista.

Conheça o Dr. Rodrigo Cruvinel:
O Dr. Rodrigo Cruvinel Rocha Lima formou-se na Universidade Federal de Goiás. Traz no currículo: Residências em Cirurgia Geral (Hospital Regional de Ceilândia – DF), Cirurgia do Aparelho Digestivo (Santa Casa de São Paulo), Cirurgia Plástica (Hospital Regional da Asa Norte – DF) e Fellow em Cirurgia Estética e Reparadora na Universidade de Chicago (USA). É membro especialista da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e do Colégio Brasileiro de Cirurgiões.

Conheça a Clínica:
A Clínica do Dr. Rodrigo Cruvinel é especializada em cirurgia plástica e tratamento estético. São mais de 20 equipes formadas por profissionais, obrigatoriamente com o título de especialista pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP). O corpo clínico está presente constantemente em eventos nacionais e internacionais para debater o tema e trocar informações. A Clínica preocupa-se com o paciente, também depois da cirurgia. Por isso, conta com profissionais de outras especialidades como dermatologia, nutrologia e cirurgia vascular.

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