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Tudo o que você precisa saber sobre a aplicação de “botox” ao redor dos olhos

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O famoso “botox” já é conhecido de todos. O nome, que acabou dando identidade ao procedimento, é a marca comercial da toxina botulínica A, obtida a partir de um veneno poderoso que causa o botulismo. Mas o que mais se fala sobre ela é o uso terapêutico e estético que adquiriu. Um dos locais onde se costuma fazer a aplicação do “botox” com mais frequência e que tem sido muito procurado é ao redor dos olhos.

Quando se faz necessária a aplicação e como deve ser feita

É comum que, ao sorrir ou se expor à claridade, as pessoas contraiam os músculos ao redor dos olhos. Com o passar do tempo, é normal formarem-se rugas permanentes nesta região – são os famosos “pés de galinha”.

Para estes casos, há a indicação da toxina botulínica, já que a pele nessa região do rosto é mais fina, e outros procedimentos, como o preenchimento, por exemplo, pode formar nódulos e ficar muito aparente. Além disso, como a ruga é causada pela contração muscular, a toxina botulínica acaba sendo a única substância que paralisa o músculo e evita que as rugas se formem.

Para que se tenha o efeito desejado, o “botox” é aplicado na lateral dos olhos, por meio de uma injeção, em diversos pontos da região. A substância age paralisando a musculatura naqueles pontos, evitando, assim, a contração da região e a abertura da lateral dos olhos. O uso pode ser de duas maneiras:

  • Preventiva: quando a contração muscular é paralisada e, com isso, não há a formação de rugas pela movimentação muscular na área em que o botox for aplicado.
  • Reparadora: com o botox tirando a tensão da musculatura, as rugas – que são causadas por esses músculos, são amenizadas, melhorando o aspecto estético.

Riscos

Os feitos colaterais do procedimento são raros. Nas primeiras 24 horas após o tratamento podem aparecer sintomas como o de uma gripe ou dores de cabeça amenas. Um dos grandes problemas a serem evitados com uma aplicação cuidadosa é a assimetria facial, ou seja, uma sobrancelha ficar diferente da outra ou um olho mais fechado do que o outro. Como a diferença só diminui quando a toxina perde efeito, o incômodo pode durar de quatro a seis meses. Além de alterar a expressão do rosto, o uso indevido do botox pode causar ptose, que é a queda das pálpebras. Também há contraindicações, como para as mulheres grávidas ou que estejam amamentando. Pessoas com doenças autoimunes também precisam ter cuidado. Não há idade limite para o procedimento, e os pacientes podem procurar um cirurgião plástico quando os incômodos estéticos aparecerem.

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